Como o tatuzão constrói os túneis dos metrôs de SP

A construção civil impacta nossas vidas o tempo todo. Utilizamos quase que diariamente transporte público, pontes, túneis, estradas, aeroportos e uma infinidade de grandes obras que encurtam distâncias e facilitam capa a rotina. Mas quantos de nós sabem, de verdade, como todas essas construções são feitas?
 
Um dos mais importantes projetos da OAS em andamento em São Paulo é o do Metrô Linha 5 Lilás. Neste empreendimento, foi utilizado o Tunnel Boring Machine (TBM) do tipo EPB Shield, que ganhou o apelido de “tatuzão”. Isso porque a máquina perfura o subsolo e dá origem aos tuneis por onde passarão as composições do trem. E o processo, apesar de envolver uma equipe de experts, é bastante simples de entender. Veja como tudo funciona:
 
O que é?
O “tatuzão” é uma máquina cilíndrica que escava túneis em qualquer tipo de solo, até mesmo rocha, por meio de sua roda de corte, dotada de ferramentas especiais para cortar o solo. O equipamento tem 10,58 metros de diâmetro, 75 metros de comprimento e pesa cerca de 1.900 toneladas.
 
Como funciona? 
A máquina realiza o processo chamado encapsulamento mecanizado em duas etapas: escavação e montagem do anel. Após o término da etapa de escavação, que corresponde a um avanço de um metro e meio, o anel é montado no interior da máquina, garantindo a estabilidade do maciço recém-escavado. O volume de material escavado é controlado para garantir a estabilidade do solo, mantendo equilíbrio entre a pressão de solo e pressão de escavação. Os anéis feitos de concreto armado, que são fabricados em uma unidade própria para isso, são transportados por carretas até o canteiro de apoio do “tatuzão”.
 
E tem muito mais
Mas para construir um túnel não basta o tatuzão. O canteiro de apoio é fundamental para dar condições de funcionamento a todo o maquinário. Para saber mais detalhes sobre a estrutura da obra do Metrô 5 e o método construtivo do Shield assista este vídeo explicativo. 
 

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